Não, eu não correria pra você.
Pois se torna frio o mundo ao olhar em teus olhos,
a escuridão de seus braços não se anuncia
mas ela vem e envolve.
O veneno que escorre por sua pele
ainda está em minha boca, amarga de mentiras,
suas mentiras que depositava em mim com seus beijos.
Doces beijos que me adormeciam e despertavam
de pesadelos que cheiravam seu perfume.
Quando me tornei sua vítima?
Quando paraste em minha mente?
É este pulsar de aflição que me faz correr agora.
E eu corro sem suas mãos pra me segurar,
pois seu veneno ainda está aqui comigo,
seu perfume ainda é meu martírio
e sua mentira persiste em ser minha verdade.
Não, eu não voltaria a fechar meus olhos por você.
Pois se torna frio o mundo ao olhar em teus olhos,
a escuridão de seus braços não se anuncia
mas ela vem e envolve.
O veneno que escorre por sua pele
ainda está em minha boca, amarga de mentiras,
suas mentiras que depositava em mim com seus beijos.
Doces beijos que me adormeciam e despertavam
de pesadelos que cheiravam seu perfume.
Quando me tornei sua vítima?
Quando paraste em minha mente?
É este pulsar de aflição que me faz correr agora.
E eu corro sem suas mãos pra me segurar,
pois seu veneno ainda está aqui comigo,
seu perfume ainda é meu martírio
e sua mentira persiste em ser minha verdade.
Não, eu não voltaria a fechar meus olhos por você.

Telepátia de amigos? Coincidência? Sei lá o motivo exato... Mas tirou muitas palavras dos meus pensamentos sobre uma certa situação por qual estou passando. Você escreve bem, em todos os sentidos, espero que não perca esse costume. Adoro você :]
ResponderExcluir